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Rio Claro inaugura laboratório para pesquisar moléculas de uso comercial a partir de resíduos
O Instituto de Pesquisa em Bioenergia (IPBEN) da Unesp acaba de receber o reforço de mais um Laboratório Associado.
No dia 12 de janeiro, foi inaugurado no Campus de Rio Claro o Laboratório “Professor Alcides Serzedelo”, voltado para atividades em biorefinaria, ou seja, aproveitamento de resíduos agroindustriais para a produção de moléculas de valores agregados utilizáveis em diversos ramos da indústria.

O novo laboratório é coordenado por Jonas Contiero, professor Instituto de Biociências (IB), Campus de Rio Claro,  vice-coordenador-executivo do IPBEN e coordenador, pela Unesp, do Programa de Pós-Graduação Interunidades de Bioenergia, que envolve também a USP e a Unicamp.

O laboratório abrange uma seção de fermentação, um laboratório de preparo de meio e um laboratório de engenharia metabólica. No seu espaço, trabalham dois pós-doutores, uma jovem pesquisadora e alunos de pós-graduação e graduação. Embora tenha sido oficialmente inaugurado há poucos dias, o local está em pleno funcionamento, integrado ao Laboratório de Microbiologia Industrial (LMI) do IB e até mesmo com projetos relacionados a parcerias internacionais: “Estamos atuando em interação com a equipe do Laboratório Central do IPBEN, instalado em Rio Claro”, esclarece Contiero.

Um dos trabalhos em andamento, liderado por Contiero e pelo professor Egon Bech Hansen, da Universidade Técnica da Dinamarca, e desenvolvido pela pós-doutora Thaís Milena de Souza Bezerra, utiliza resíduos de indústrias como as de frutas, fabricação de óleos e biodiesel para produzir oligossacarídeos não digeríveis (ONDs). “Os ONDs têm capacidade de estimular seletivamente o crescimento de bactérias da microbiota intestinal produzindo diversos benefícios para a saúde, como melhora do sistema imune e a diminuição da proliferação de microrganismos patógenos”, explica Contiero.

Outra pesquisa investiga a utilização de variedades mutantes da bactéria Pseudomonas aeruginosa para a produção em larga escala de ramnolipídeos, um tipo de composto com potencial de uso na fabricação de fármacos e cosméticos, por exemplo. Os ramnolipídeos também estão sendo aplicados no combate a larvas e mosquitos do Aedes aegypti, o transmissor da dengue, zika e chikungunya. O estudo vem sendo desenvolvido pela mestranda Beatriz Cristina Pecoraro Sanches, com a orientação do professor Reinaldo Marchetto, do Instituto de Química da Unesp de Araraquara, e coorientação de Contiero.

Entre os trabalhos realizados nos laboratórios LMI e “Professor Alcides Serzedelo” também está o da jovem pesquisadora Luciana Fontes Coelho, voltado para a modificação genética de outro microrganismo, o Bacillus termofílico, para produção em escala comercial de ácido lático a partir de resíduos agroindustriais. O ácido lático tem sido usado como matéria-prima em indústrias farmacêuticas, químicas e alimentícias, entre outras. Com informações da Unesp

Fonte: Portal Labnetwork

Analitica Latin America

Local

São Paulo Expo
São Paulo, Brasil

Data & Horário

26 a 28, Setembro de 2017
Das 13h00 às 21h00

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O principal objetivo da Analitica Latin America é proporcionar um espaço ideal que gere oportunidades de negócios estratégicas aos expositores e visitantes trazendo sempre as novidades e últimas tendências do setor.

A feira se destina a profissionais das indústrias farmacêutica, cosmética, alimentícia, petroquímica, química, analítica, entre outras.

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